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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Um reflexão de final de período com textos de poetas



  Entre as andorinhas que gritam vem a chuva, vem a chuva comigo, vem a Primavera comigo, vem o 3ºPeríodo... Um período de pesadelos, imensos testes, trabalhos e apresentações, deixou-me afinal de bermas para o ar, só me apetece apanhar a barca de dois monges e fugir para o outro mundo. Enfim, esta é só uma pequena distração da realidade. Uma vez que a realidade não é os seres existirem por mais nada, e por isso se chamam seres. Na verdade é cada um de nós existir por qualquer razão, e que não há mistério no mundo e que tudo vale pena, como os jornalistas fazem o jornalismo, corruptos fazem corrupções, e nós estudantes fazemos testes! Eu sei que devo deixar-me de deserto e nevoeiro expresso, e concentrar-me nos estudos. Mas parece que existe entre os Deuses uma batalha. Tenho quase a certeza que o meu padroeiro tinha perdido naquela batalha. Além da péssima nota de Português, outras disciplinas também não saem com os resultados esperados. Bem! Como já está no final, já não posso mudar nada. Estou preparada para receber qualquer nota, e espero também, depois de descanso, conseguir melhorar no próximo ano. Pois não posso adiar para  outro século a minha vida, o meu sonho, e o grito libertado...  

Peipei, 11º E

Sarau com Maria



Escola secundária Artística António Arroio

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Trabalho de aula sobre o sarau

Sarau com Maria

Ao som de “Claire de Lune”, entrava eu na sala, com o meu marido, Joaquim Castro Gomes. Todos os olhares logo se voltaram para nós dois. Talvez tenha sido pela roupa, diferente da portuguesa, roupa com a qual não estão habituados a deparar-se.
Dirigimo-nos então até ao fim da sala, acenando a cabeça com um sorriso falso, para dar uma certa a aparência de felicidade, até que o meu olhar se cruzou com o Doutor, foi uma estranha sensação, seria mentira se não admitisse que, apesar de estranho, não tenha sido agradável, como se por segundos, a minha mente tivesse viajado longe, bastante longe. Tinha muito boa aparência, era um gentleman.
Os nossos olhares cruzaram-se e também alguns sorrisos, mas desta vez verdadeiros. O tempo foi passando e incrivelmente pede minha mão para dançar, não vi porque não e decidi aceitar, embora na verdade tenha tido algum receio da reação de meu marido. E lá começámos a dançar... Parecia que o tempo tinha congelado, ou seja, como se estivesse tudo congelado, menos eu, menos ele, menos nós.


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Trabalho realizado por: Andreia Fernandes nº6 11ºE
2011/2012