http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Concursos/upload/ficheiros/regulamento_saramago.pdf
No ano em que se celebra o 90º ano do nascimento do escritor José Saramago, o Plano Nacional de Leitura, em conjunto com a Rede de Bibliotecas Escolares, a Editora Leya-Caminho e a Fundação José Saramago, associam-se para assinalar o percurso pessoal e literário deste autor, de forma abrangente e com especial destaque para o público escolar.
Neste sentido, é lançado o Concurso ‘SARAMAGO – UMA HISTÓRIA DE 90 ANOS’ (de 16 de novembro/2012 a 11 de março/2013) dirigido aos alunos do ensino secundário e aos docentes dos diferentes níveis de educação/ensino, com o objetivo de estimular a criação e divulgação de trabalhos/textos, em suporte digital, e procurando incentivar a revelação de novos talentos.
A iniciativa apela à participação ativa de alunos e professores, através da produção de textos originais com inspiração na obra de Saramago [ver Regulamento na página dos Concursos PNL], utilizando as tecnologias como suporte de apresentação (formato digital).
Todas as escolas da rede pública (sede de agrupamentos e escolas não agrupadas) e escolas privadas têm disponível, no Sistema de Informação do PNL, dois formulários para inscrição no concurso:
SARAMAGO - Uma História de 90 Anos (Alunos)
SARAMAGO - Uma História de 90 Anos (Docentes)
Apelamos à divulgação desta iniciativa junto de todos os docentes e alunos do 12º Ano, nas escolas em que este nível de ensino funcione.
Para mais informações ou esclarecimentos enviar por Correio eletrónico para o PNL.
Cumprimentos cordiais,
O Comissário do PNL,
Fernando Pinto do Amaral
Um blogue da professora Risoleta C. P. Pedro para e com os trabalhos dos seus alunos- Escola Secundária Artística António Arroio
Mostrando postagens com marcador José Saramago. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Saramago. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de novembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
A propósito de próxima vista de estudo, um contributo:
A Casa dos Bicos salienta-se no conjunto patrimonial da capital, pelo
facto de ser um dos poucos exemplares com reminiscências da arquitectura
quinhentista, mas também por constituir um núcleo arqueológico com
vestígios milenares e evidenciar um momento da história do restauro e da
reintegração espacial contemporâneo.
Foi mandada construir por Afonso de Albuquerque, filho, entre 1521 e 1523, que transformou as estruturas quatrocentistas, às “Portas do Mar”, num prédio de quatro pisos, dois superiores e dois inseridos no declive da colina.
Apesar de exígua, quando comparada com os palácios vizinhos, a Casa dos Bicos marcou, desde sempre a fisionomia da cidade. A fachada Sul, voltada ao rio, com a malha de bico enxaquetada, foi citada por autores nacionais e estrangeiros e representada nas panorâmicas antigas de Lisboa, pelo que ficou conhecida também como Casa dos Diamantes.
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=170&idi=32271
Também conhecida como
Terreiro do Paço, a Praça do Comércio é uma das mais majestosas praças
de Lisboa e do Mundo. Situada frente ao Rio Tejo, a Praça do Comércio
parece querer fazer inveja à beleza do rio, à sua dimensão e cor
hipnotizante.
Esta é uma das maiores Praças da Europa, com cerca de 36000m² (180m x 200m).
O seu nome “Terreiro do Paço” vem de outros tempos, quando albergava na ala ocidental, desde o século XVI, o Palácio dos Reis de Portugal, e a sua magnífica Biblioteca de mais de 70.000 volumes. Destruídos irremediavelmente no Terramoto de 1755, esta Praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José I, que escolheu privilegiar e valorizar a classe comercial, financeira e burguesa que muito contribuiu para a reconstrução da Lisboa pós-terramoto, daí o nome de “Praça do Comércio“.
Durante séculos a Praça do Comércio foi a grande sala de recepção de Lisboa para quem vinha de barco, desfrutando de uma paisagem única do Rio e da cidade, situando-se aqui o Cais de desembarque de Reis e Chefes de Estado de visita ao País, sendo ainda visível a escadaria em mármore do Cais das Colunas que sai do Rio Tejo em direcção à Praça do Comércio.
A Praça, já delineada pelo plano Pombalino, é caracterizada pelos seus edifícios arqueados, pintados aquando a implantação da República em cor-de-rosa republicano, voltando recentemente à sua cor original amarela, sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes, encontrando-se aqui o café-restaurante mais antigo de Lisboa: o "Martinho da Arcada".
No centro geométrico da Praça, e virada para o rio, encontra-se a estátua equestre de D. José I, montado no seu cavalo Gentil, trabalho em bronze do afamado escultor Machado de Castro, erigida em 1775.
No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada majestosa para a Baixa, pela graciosa Rua do Ouro, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco contem diversas figuras de prumo do País (Vasco da Gama, Marquês de Pombal, Nuno Álvares Pereira, entre outras) ladeadas pelas representações dos rios Tejo e Douro, com referências aos grandes valores e virtudes da Pátria, de frente para o Tejo, como que a abrir o caminho para o sentido universal do mundo.
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-praca-do-comercio-16393
Foi mandada construir por Afonso de Albuquerque, filho, entre 1521 e 1523, que transformou as estruturas quatrocentistas, às “Portas do Mar”, num prédio de quatro pisos, dois superiores e dois inseridos no declive da colina.
Apesar de exígua, quando comparada com os palácios vizinhos, a Casa dos Bicos marcou, desde sempre a fisionomia da cidade. A fachada Sul, voltada ao rio, com a malha de bico enxaquetada, foi citada por autores nacionais e estrangeiros e representada nas panorâmicas antigas de Lisboa, pelo que ficou conhecida também como Casa dos Diamantes.
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=170&idi=32271
Praça do Comércio - Terreiro do Paço
Esta é uma das maiores Praças da Europa, com cerca de 36000m² (180m x 200m).
O seu nome “Terreiro do Paço” vem de outros tempos, quando albergava na ala ocidental, desde o século XVI, o Palácio dos Reis de Portugal, e a sua magnífica Biblioteca de mais de 70.000 volumes. Destruídos irremediavelmente no Terramoto de 1755, esta Praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José I, que escolheu privilegiar e valorizar a classe comercial, financeira e burguesa que muito contribuiu para a reconstrução da Lisboa pós-terramoto, daí o nome de “Praça do Comércio“.
Durante séculos a Praça do Comércio foi a grande sala de recepção de Lisboa para quem vinha de barco, desfrutando de uma paisagem única do Rio e da cidade, situando-se aqui o Cais de desembarque de Reis e Chefes de Estado de visita ao País, sendo ainda visível a escadaria em mármore do Cais das Colunas que sai do Rio Tejo em direcção à Praça do Comércio.
A Praça, já delineada pelo plano Pombalino, é caracterizada pelos seus edifícios arqueados, pintados aquando a implantação da República em cor-de-rosa republicano, voltando recentemente à sua cor original amarela, sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes, encontrando-se aqui o café-restaurante mais antigo de Lisboa: o "Martinho da Arcada".
No centro geométrico da Praça, e virada para o rio, encontra-se a estátua equestre de D. José I, montado no seu cavalo Gentil, trabalho em bronze do afamado escultor Machado de Castro, erigida em 1775.
No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada majestosa para a Baixa, pela graciosa Rua do Ouro, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco contem diversas figuras de prumo do País (Vasco da Gama, Marquês de Pombal, Nuno Álvares Pereira, entre outras) ladeadas pelas representações dos rios Tejo e Douro, com referências aos grandes valores e virtudes da Pátria, de frente para o Tejo, como que a abrir o caminho para o sentido universal do mundo.
http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-praca-do-comercio-16393
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Saramago Nobel da Literatura
08 de Outubro
Em 1998, José Saramago foi agraciado com o prémio Nobel da Literatura.
© Instituto Camões, 2003
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Efeméride: satélites e passarolas
«mas por lhe querer bem el-rei (…) não só verá voar a máquina, como nela voará.»
in Memorial do Convento, José Saramago
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Assinar:
Postagens (Atom)
